💬 Contexto: O sistema da Chapecoense está no ar há seis meses. Em uma semana, chegam três chamados diferentes:
- Um sócio não consegue fazer login
- O clube precisa emitir recibos no novo formato da Receita Federal
- A equipe quer adicionar um módulo de controle de uniformes.
São três problemas. Mas são três tipos de problema completamente diferentes — e cada um pede uma abordagem diferente.
Quando falamos em "manutenção de sistemas", a primeira imagem que vem à cabeça é um bug — algo quebrou, alguém liga, você arruma. Mas essa é só uma das formas que a manutenção assume.
Na prática, um técnico precisa saber identificar qual tipo de manutenção está diante de si antes de qualquer coisa. Isso define a urgência, o método de trabalho, a documentação necessária e até quem precisa ser envolvido.
A norma ISO/IEC 14764 — que é a referência internacional para manutenção de software — define quatro tipos oficiais. Vamos conhecer cada um.
O sistema quebrou. Precisa ser consertado.
É a manutenção que todo mundo conhece. Acontece quando um defeito é identificado e precisa ser corrigido para que o sistema volte a funcionar como esperado.
flowchart LR
A([👤 Usuário reporta falha]):::red --> B([🔍 Diagnóstico]):::gray
B --> C{Causa identificada?}:::gray
C -->|Sim| D([🛠️ Correção]):::red
C -->|Não| B
D --> E([✅ Teste]):::green
E --> F([📝 Documentação]):::gray
classDef red fill:#F5C4B3,stroke:#993C1D,color:#4A1B0C
classDef green fill:#9FE1CB,stroke:#0F6E56,color:#04342C
classDef gray fill:#D3D1C7,stroke:#5F5E5A,color:#2C2C2A